Recital Alexandre Azevedo – “Violão Brasileiro – Violão e cultura nacional”

Recital "Violão brasileiro" - Alexandre Azevedo

O recital “Violão Brasileiro – Violão e cultura nacional“, do violonista Alexandre Azevedo busca traçar um panorama histórico da presença do violão na cultura musical brasileira, mostrando como  o instrumento transitou entre diversos meios sociais. Um instrumento que inicia sua vida no país como símbolo da “vadiagem” e que passa mais tarde a ser um símbolo portador da identidade nacional. No Brasil, como em tantos outros lugares, o violão esteve presente dos fundos de quintais e esquinas às salas de concerto, inspirando e legando-nos um rico repertório de obras carregadas de ritmos, harmonias, melodias e sentimentos que traduzem para uma linguagem sem palavras o que é ser brasileiro.

Alexandre Azevedo é violonista com graduação em música e mestrado em etnomusicologia pela Universidade Federal da Bahia e há mais de dez anos desenvolve trabalho de pesquisa e performance em música, atuando como professor, solista e em conjuntos musicais diversos, sempre prezando pelo trabalho de apresentar não só a música, mas o contexto cultural em que ela surgiu.

O PIANO BRASILEIRO – Mario Marochi

Em Agosto teremos o recital do pianista paranaense Mario Marochi com uma bela seleção de obras do repertório pianístico brasileiro. Obras de Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Oriano de Almeida, Misael Domingues e Chiquinha Gonzaga. O recital ocorrerá no dia 19 de Agosto, um sábado, às 20;00, no Theatro Phoenix.

Natural de Curitiba, Paraná, e radicado em Maceió desde 2010, Mario Marochi é professor da Escola Técnica de Artes da Universidade Federal de Alagoas (ETA/UFAL), atuando nos cursos de graduação e pós-graduação. Iniciou seus estudos musicais aos 8 anos com a professora Irena Reichert. Foi orientado por Carmen Célia Fregoneze e Olga Kiun, com Licenciatura em Música e Bacharelado em piano pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (1999-2004). Realizou mestrado na Universidade Federal de Minas Gerais, orientado pelos professores Fausto Borém e Lucas Bretas, sendo hoje um dos maiores conhecedores da obra do compositor paranaense Brazílio Itiberê (1846-1913).